Intertotal

Sempre estamos repetindo algumas frases para explicar as coisas de uma maneira mais simples e adequada às pessoas, uma espécie de reducionismo didático-pedagógico para facilitar a compreensão dos fatos. Tá, mas qual é o problema de fazer isso? É que, no geral, muita gente não compreende que a explicação foi uma redução para que naquele momento a informação fosse compreendida com mais rapidez. Ok, cara. O que você quer dizer com esse papo esquisito de pedagogia e didática? Calma, vamos falar de coisas digitais, redes sociais, novas formas de relacionamento, o tema que sempre falaremos às quartas. Ufa! Mas essa introdução era para que mesmo? É simples. Não temos dois mundos, um off e um on. Só existe um mundo e nada mais. Esse mundo é repleto de experiências que ocorrem por intermédio da tecnologia, por intermédio das redes sociais (Facebook, Twitter, Pinterest, Instagram, Linkedin, Path, Google Plus, Pheed, Soundtracking, InstaFood, YouTube, Colab. Chega! Senão teremos que fazer um parágrafo só para falar destas redes), além de outras experiências que podem ocorrer na rua, na sala, na fazenda ou numa casinha de sapê.

Podemos observar que alguns hábitos foram absurdamente impactados pelo uso das tecnologias. Tomar uma cerveja com os amigos é uma delas, todos os dias aparecem cases incríveis de novas tecnologias que servem para bloquear o uso de smartphones em mesas de bar. Por que? Porque a cerveja é uma bebida gregária, porque o homem é um ser gregário. Mas esse “ser gregário” não é amplificado pelo poder das redes sociais? Sim e não. Sim, estamos conectados a centenas e milhares de pessoas que sabem que você está tomando aquela gelada no bar e, simultaneamente, estamos totalmente desconectados dos 3 ou 4 amigos que nos acompanham. Uma solidão a 4. Para não perder a característica original do bar e o “reason why” da birita, surgem lugares anti-smartphones na mesa ou coolers que bloqueiam o sinal.

Como a tecnologia impacta a nossa leitura de um artigo. Antes você teria que anotar em um bloquinho à parte e depois procurar um dos cases citados. Mas, relaxa, estamos vivendo um mundo de hiperconexões. Então, sente o dedo no vídeo e conheça os cases.

– Case da cerveja Polar.

– Case do bar Salve Jorge

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Então, os nossos amigos no bar não estavam on e, de repente, ficaram off? Eles estavam no bar, amplificando suas experiências com a cerveja, com o tira-gosto e ampliando as possibilidades. Embora isso esteja indo na contramão conceitual do “gregarismo birital”.  Tudo é experiência e possibilidade de interação. Esse deveria ser o entendimento básico sobre este momento em que estamos mergulhados, vivendo (e outros sofrendo).

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Vamos sair do bar e ir para a sala de aula, falar em educação. Depois da aula, podemos voltar para o bar e tomar uma cerveja. Como as novas tecnologias e esta revolução digital vão impactar na sala de aula? Elas não vão impactar, elas já impactaram. Se você acredita que isso ainda vai acontecer é porque ainda entende que o mundo é on e off. Na prática, o que podemos enxergar é o que acontece hoje no mercado, os lançamentos de cases, a viralização de campanhas, popularização de aplicativos, difusão de temas e chamados, como foram as manifestações que levaram milhões de brasileiros para as ruas, acontecem em tempo real e provam que não há on e off. Há apenas o real. O que acontece à tarde pode ser discutido à noite em sala de aula, o que se discute à noite em sala de aula reverbera no Facebook simultaneamente, os filmes pelos quais estudamos casos clássicos estão no YouTube, os slides no Slideshare, o professor está online no Facebook orientando, tirando dúvidas, dando dicas, quebrando galhos, indicando para estágios etc. O mercado de trabalho não é mais distante como um dia pareceu ser, há quem tire a roupa para conquistar um trabalho em uma agência de propaganda e mobilize outros que fazem a mesma coisa, há uma geração de engajamento como nunca foi vista antes.

Em educação, não há mais espaço para o ensinar com repasse e apresentação de conteúdos, essa ideia é achatada a cada dia. Mas ensinar mais como provocação, agitação das partículas da curiosidade de quem está disposto a desenvolver um conhecimento a cerca de algo, este é um modelo aberto com bastante espaço. Não se ensina como antes, a lógica conceitualmente mudou para o “se aprende, ensinando” e não, simplesmente, o “se aprende, se compartilha”. E, acredite, não estou falando apenas de faculdades ou escolas. Estou falando de maneira mais ampla, isso inclui as empresas também. A maneira de aprender e ensinar dentro das empresas também foi extremamente impactada pelo digital. A palavra, mais uma vez, é compartilhar. Nenhum conhecimento gera fruto ou é multiplicado se não for compartilhado. Essa lógica, no primeiro momento, é estranha, mas é uma característica básica do conhecimento. O fato é que não podemos mais compreender a educação e o ensino como coisas das escolas e faculdades. É possível desenvolver essa ideia em qualquer lugar, a qualquer hora. Talvez seja difícil no primeiro momento, até porque fomos condicionados a aprender as coisas de maneira linear, mas novas gerações, que não sabem o que é viver “off”, não têm essa dificuldade. A quantidade de cursos e palestras online crescem a cada dia. Temos uma plataforma incrível chamada Eventials.com, onde milhões de conteúdos são lançados todos os dias. Não são aulas, são debates reais, conteúdos modificados pela opinião de centenas de pessoas diferentes em diferentes lugares com visões e contribuições sobre o assunto compartilhado. O maior desafio desse momento, para entender que não há dois mundos, é fácil de identificar. O nome dele é modelo mental. Desenvolvemos (de maneira geral, boa parte das pessoas que sofrem em entender o mundo de agora) uma lógica de que sempre vamos aprender a partir da introdução, desenvolvimento e conclusão, ou melhor, linearmente.

conectPodemos aprender de tudo, a qualquer tempo e em qualquer momento. Está quase tudo acessível a qualquer momento para que apenas um mundo se desenvolva, aquele em que você vive. Não precisamos recriar a roda ou recalcular a técnica do pulo do gato, mas precisamos descobrir o que temos à nossa disposição, usar e dar resignificado às coisas que fazemos todos os dias. Isto em administração, marketing, publicidade, contabilidade, planejamento, educação, medicina etc. Este é o nosso mundo. O mundo. Sem on, sem off.

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Hélder França. Diretor de Planejamento da Intertotal e professor universitário

14 de agosto de 2013

Sem on. Sem off.

Sempre estamos repetindo algumas frases para explicar as coisas de uma maneira mais simples e adequada às pessoas, uma espécie de reducionismo didático-pedagógico para facilitar a compreensão dos fatos
13 de agosto de 2013

Intertotal produz filme de apresentação dos novos portais da TV Asa Branca

Confira os filmes de apresentação dos portais G1 e GE. G1 CARUARU from Intertotal Comunicação on Vimeo. GE CARUARU from Intertotal Comunicação on Vimeo. Ficha Técnica Campanha: Lançamento G1 e GE Peça: Filme Anunciante: TV Asa Branca […]
9 de agosto de 2013

Intertotal cria campanha do Dia dos Pais para a Sapataria Muniz

Confira o filme do Dia dos Pais da Sapataria Muniz
8 de agosto de 2013

Campanha de lançamento da TV Asa Branca em sinal digital é produzida pela Intertotal

A TV Asa Branca, afiliada Rede Globo em Caruaru, agora está com transmissão em sinal digital